O corretor de texto do word é um almofadinha ignorante. Ele despreza todos os palavrões. Não tem nem "fudeu" na porra do corretor. E fudeu é a palavra mais comum do universo. Não tem caralho, não tem porra não tem nada. Parece que sexo não existe para essa droga desse pudico corretor. E como se isso não bastasse ele também não conhece ninguém que presta. Escreve Bukowski no corretor. Ele vai sublinhar em vermelho afirmando, de sua maneira, que essa palavra não deve existir. Afinal de contas quem lê Bukowski? Escreve Kerouac, Neal Cassady, Ginsberg,... nada disso o corretor conhece. Você acredita que está tudo bem. O corretor não conhece nomes, deve ser isso. Mas não é! Escreve Descartes! Ele sabe escrever Descartes! Essa porra desse nome francês bitolado ele conhece, mas de arte e liberdade não tem nada. Sem sexo, sem palavrão, sem arte... Não poderia ficar pior!! Mas ainda é muuuito pior! O corretor reclama de todas as suas onomatopéias e todos os seus neologismos! Como alguém pode ser tão contra a arte??!!? Nadad de sons na escrita, nada de palavras novas. Se dependesse do corretor a arte seria trancafiada em seus malditos vermelhos sublinhados. Não!!! Ainda é pior!! O corretor acha que a porra do word precisa ser escrito com letra maiúscula. E isso está na parte de auto-correção. É isso mesmo ele automaticamente se acha um nome próprio. Ele se acha o bom e fica ressaltando seu próprio programa. Maldito! Em breve quando escrevermos Bill Gates ele vai auto-corrigir para Senhor Bill Gates ou vossa excelentíssima excelência senhor Bil Gates. Porra! Morte ao corretor almofadinha.
domingo, 30 de maio de 2010
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