Aquilo foi desesperador!
É tudo inventado. O conhecimento é inventado. Só existem os objetos. O resto é imaginação.
O centro era velho, o centro fedia, o centro foi abandonado, quebrado, escarrado. Tudo era a perfeita simbiose entre o ser e a merda. Era triste. Fiquei com medo de ser morto, assaltado, currado. Eu devia ser um covarde. Imaginei alguém da região rindo de mim e dizendo que faz uma semana que não vê um assalto. Eu nunca vou ao centro e sempre vejo assaltos. Fiquei imaginando ratos saltando de cada bueiro escancarado. A calçada era enorme, mas os mendigos eram tantos que não cabiam nela. No local mais bonito acontecera a chacina da candelária. Fiquei imaginando crianças tomando tiros de policiais.
Finalmente cheguei ao CCBB. Um lugar lindo fantástico com lustres e tetos altos. Luz, segurança, limpeza e a sensação de estar em um lugar que foi feito para muitas pessoas. Não havia nenhum muro que separasse o centro cultural do centro cotidiano, no entanto ambos eram completamente diferentes. Num tudo brilhava no outro tudo fedia. O mais estranho é que as pessoas que andam no CCBB são diferentes das que andam lá fora. Elas não são mendigos, elas se vestem bem e têm barbichas. Dá para ver que são artistas e intelectuais. Se não são estão se esforçando para demonstrar que são. Entrei numa festa a fantasia!
Passou um show de bizarrices guardadas para outras histórias.
Depois sai, conversei, samba, bebida, mulher não necessariamente nessa ordem e não necessariamente com a mesma intensidade.
Eu também estou morto.
terça-feira, 14 de setembro de 2010
domingo, 12 de setembro de 2010
28/08
Caralho! Caralho! Agora sim estou escrevendo aqui nesta sala na frente de Buddah e de um espelho mágico com a árvore da vida e as luzes que ficam mais escuras e mais claras. Estou louco, louco e insano, mas quem não está?
Insanos em seus carros velhos e seu ar respirado. Ar velho e tossido ressequido distorcido perdido inaceitável irrespirável. O cúmulo do ar perdido numa noite desaurida e fudida.
Sons de canos nas paredes e de pessoas nas ruas, de insetos nas árvores e do meu próprio corpo no embrulho da carne. Todos os 4 ressoando sem sentido.
Sentido sem linho perdido no labirinto de um minotauro que nunca morreu. Ele está ali falando respirando. Pedindo seu sangue seu corpo e seu cú. Esteróides perdido numa noite louca.
A própria noite louca. Ela em si louca.
A força da natureza que nos envolve se retorcendo e maldizendo o não existir.
Dê uma mulher água-virtual-lágrima perdida cantada.
Pena que no final era tudo poluição.
Perdida Rejeitada
Cansaço de uma noite perdida.
Construída e descontrolada.
A vida é isso que vem e vai.
Suas mentiras verdades.
Seu belo meio termo.
Sendo seguido................
Sem sentido
Tanto respirar e tanta força.
Caminhos que vem e caminhos que vão.
Nações específicas e genéricas matando seus homens enquanto a maré vem e vai.
E alguém aspirando ao céu.
E vc vê o céu e esquece o céu.
Vem, vai, corre. É o próprio sentido da vida neste não sentido.
Dizer e desdizer com todas as minúcias até o próprio ar das palavras virar pó.
Então já seremos isso, sofrido, corrompido.
A essência o verme-Deus.
Ali no Todo. Burroughs, Ginsberg, Jesus, Buda, Deus, Eu, Vc nada e tudo. Dizendo e desdizendo, se entrelaçando em cada coisa e depois morrendo se for para morrer
E vivendo o ser e não ser a mesma coisa. Não é para ser compreendido o universo e a loucura. É o futuro e é o presente em todas as dimensões.
Por que é que existe a grande revelação se a gente continua na merda?
Enquanto vc quiser saber vc não vai descobrir, pois está no existir.
E vc fica puto, xinga a eternidade e cai e rola
E arranca a sua própria perna
Espalha seu sangue e odeia, mas transa e soca sem nunca compreender nada
Como lesmas de óculos
Somos nós.
Pobres pessoas perdidas.
E que se foda
Mas disseram não.
Lute liberte respire e morra.
Triste e sem sentido numa telepatia universal
e nós aqui sem saber falar e existir
Insanos em seus carros velhos e seu ar respirado. Ar velho e tossido ressequido distorcido perdido inaceitável irrespirável. O cúmulo do ar perdido numa noite desaurida e fudida.
Sons de canos nas paredes e de pessoas nas ruas, de insetos nas árvores e do meu próprio corpo no embrulho da carne. Todos os 4 ressoando sem sentido.
Sentido sem linho perdido no labirinto de um minotauro que nunca morreu. Ele está ali falando respirando. Pedindo seu sangue seu corpo e seu cú. Esteróides perdido numa noite louca.
A própria noite louca. Ela em si louca.
A força da natureza que nos envolve se retorcendo e maldizendo o não existir.
Dê uma mulher água-virtual-lágrima perdida cantada.
Pena que no final era tudo poluição.
Perdida Rejeitada
Cansaço de uma noite perdida.
Construída e descontrolada.
A vida é isso que vem e vai.
Suas mentiras verdades.
Seu belo meio termo.
Sendo seguido................
Sem sentido
Tanto respirar e tanta força.
Caminhos que vem e caminhos que vão.
Nações específicas e genéricas matando seus homens enquanto a maré vem e vai.
E alguém aspirando ao céu.
E vc vê o céu e esquece o céu.
Vem, vai, corre. É o próprio sentido da vida neste não sentido.
Dizer e desdizer com todas as minúcias até o próprio ar das palavras virar pó.
Então já seremos isso, sofrido, corrompido.
A essência o verme-Deus.
Ali no Todo. Burroughs, Ginsberg, Jesus, Buda, Deus, Eu, Vc nada e tudo. Dizendo e desdizendo, se entrelaçando em cada coisa e depois morrendo se for para morrer
E vivendo o ser e não ser a mesma coisa. Não é para ser compreendido o universo e a loucura. É o futuro e é o presente em todas as dimensões.
Por que é que existe a grande revelação se a gente continua na merda?
Enquanto vc quiser saber vc não vai descobrir, pois está no existir.
E vc fica puto, xinga a eternidade e cai e rola
E arranca a sua própria perna
Espalha seu sangue e odeia, mas transa e soca sem nunca compreender nada
Como lesmas de óculos
Somos nós.
Pobres pessoas perdidas.
E que se foda
Mas disseram não.
Lute liberte respire e morra.
Triste e sem sentido numa telepatia universal
e nós aqui sem saber falar e existir
sexta-feira, 10 de setembro de 2010
Começo/Fim
Começo
Fim
Começo do Começo
Fim do Começo
Começo do Fim
Fim do Fim
Começo do Começo do Começo
Fim do Começo do Começo
Começo do Fim do Começo
Fim do Fim do Começo
Começo do Começo do Fim
Fim do Começo do Fim
Começo do Fim do Fim
Fim do Fim do Fim
Começo do Começo do Começo do Começo
Fim do Começo do Começo do Começo
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Fim
Começo do Começo
Fim do Começo
Começo do Fim
Fim do Fim
Começo do Começo do Começo
Fim do Começo do Começo
Começo do Fim do Começo
Fim do Fim do Começo
Começo do Começo do Fim
Fim do Começo do Fim
Começo do Fim do Fim
Fim do Fim do Fim
Começo do Começo do Começo do Começo
Fim do Começo do Começo do Começo
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